quarta-feira, 6 de novembro de 2013


REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA, CONFORME ORIENTAÇÕES DO PNAIC

 

Ednilsa Alves Mezza de Arruda

Professora Alfabetizadora Na Escola Municipal de Educação Básica “Antônio Ferreira Valentim, (Cuiabá-MT) e Ione Alves Mezza (Cuiabá/MT)

 

Refletir a prática é a base de todo o processo de formação. O Pnaic proporcionou com facilidade e clareza essa reflexão a respeito da prática, como planejar?  Como realizar a avaliação? O resultado? A proposta do PNAIC, apresentada e discutida se aproxima ou se distancia do que realizamos em sala? Os estudos propostos pelo PNAIC, abriu um leque de opções  inovadoras, com resultados surpreendentes, por meio  de uma didática contemporânea, e metodologias diversificadas no sistema de escrita  alfabética. Os recursos proporcionados pelo PNAIC, inspiram uma aprendizagem contextualizada, interdisciplinar agradável. Isso está fazendo com que os professores cursistas, priorizam a capacidade da criação e reflexão do aluno, com atividades simples e de fácil assimilação em que a criança aprende brincando com atividades gramaticais e ortográficas estimulantes a partir  de gêneros textuais diversos  como a música, poesia , parlenda, jogos etc. Tanto o aluno como o professor  sentem a vontade  consultando obras mencionadas  ou experimentando diferentes tipos de atividades sugeridas .Tanto o aluno, como o professor se  veem  envolvidos  em atividades  de fazer, criar , de opinar de resolver, e não de repetir modelos. O PNAIC instigou o professor a encarar a sala de aula, como oficina, provando que é uma comparação que demonstra o que deve acontecer nas aulas, lembrando que o fazer criativo é altamente educativo. Outro aspecto importante a ser potencializado pelo PNAIC, nesse momento, foi fazer com que os professores desenvolvessem melhor, a capacidade de planejar coletivamente, e sugestionou os professores que criassem o cantinho da leitura, com o objetivo de reunir textos diversificados relativo, visando a formação de leitores competentes, além de fomentar a formação de produtores de textos, articulando assim, as competências  relativas a leitura e à escrita. Como sabedores dos nossos deveres, a reflexão da nossa prática, é a palavra de ordem, uns dos encontros do pacto frisou a importância do brinquedo no desenvolvimento da criança. Ao brincar a criança lida com o mundo de forma criativa e espontânea construindo um espaço diferenciado de expressão, das emoções, dos desejos e dos conflitos e de trocas com o que a cerca. Em outro sábado, aprendemos e discutimos a respeito das avaliações, o tempo foi curto para tantos conceitos, e fomos arguidos e questionados pela professora excelente MARICELIA PADILHA, a dizer quando, e como avaliamos nossos alunos. As respostas dos grupos, não se divergiram, achamos isso fantástico. Chegamos ao entendimento que; pensar em avaliação como elemento do processo de ensino e aprendizagem é condição básica para o professor acompanhar, de fato, cada criança, cada grupo. Portanto aprendemos que avaliação é um processo contínuo, ao longo de todo o processo. Enfim entendemos que o pacto veio ao encontro aos nossos anseios, e deixando claro que a escola tem que colaborar  para que os alunos desenvolvam em situações  diversas, uma postura  favorável  para expressar-se em público. 

PALAVRAS CHAVE: AÇÃO, REFLEXÃO, ALFABETIZAÇÃO.

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