REFLEXÕES
SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA, CONFORME ORIENTAÇÕES DO PNAIC
Ednilsa Alves
Mezza de Arruda
Professora
Alfabetizadora Na Escola Municipal de Educação Básica “Antônio Ferreira Valentim,
(Cuiabá-MT) e Ione Alves Mezza (Cuiabá/MT)
Refletir a prática é a base de todo o
processo de formação. O Pnaic proporcionou com facilidade e clareza essa
reflexão a respeito da prática, como planejar?
Como realizar a avaliação? O resultado? A proposta do PNAIC, apresentada
e discutida se aproxima ou se distancia do que realizamos em sala? Os estudos
propostos pelo PNAIC, abriu um leque de opções
inovadoras, com resultados surpreendentes, por meio de uma didática contemporânea, e metodologias
diversificadas no sistema de escrita
alfabética. Os recursos proporcionados pelo PNAIC, inspiram uma
aprendizagem contextualizada, interdisciplinar agradável. Isso está fazendo com
que os professores cursistas, priorizam a capacidade da criação e reflexão do
aluno, com atividades simples e de fácil assimilação em que a criança aprende
brincando com atividades gramaticais e ortográficas estimulantes a partir de gêneros textuais diversos como a música, poesia , parlenda, jogos etc. Tanto
o aluno como o professor sentem a vontade consultando obras mencionadas ou experimentando diferentes tipos de
atividades sugeridas .Tanto o aluno, como o professor se veem envolvidos
em atividades de fazer, criar ,
de opinar de resolver, e não de repetir modelos. O PNAIC instigou o professor a
encarar a sala de aula, como oficina, provando que é uma comparação que
demonstra o que deve acontecer nas aulas, lembrando que o fazer criativo é
altamente educativo. Outro aspecto importante a ser potencializado pelo PNAIC,
nesse momento, foi fazer com que os professores desenvolvessem melhor, a
capacidade de planejar coletivamente, e sugestionou os professores que criassem
o cantinho da leitura, com o objetivo de reunir textos diversificados relativo,
visando a formação de leitores competentes, além de fomentar a formação de
produtores de textos, articulando assim, as competências relativas a leitura e à escrita. Como
sabedores dos nossos deveres, a reflexão da nossa prática, é a palavra de ordem,
uns dos encontros do pacto frisou a importância do brinquedo no desenvolvimento
da criança. Ao brincar a criança lida com o mundo de forma criativa e
espontânea construindo um espaço diferenciado de expressão, das emoções, dos
desejos e dos conflitos e de trocas com o que a cerca. Em outro sábado,
aprendemos e discutimos a respeito das avaliações, o tempo foi curto para
tantos conceitos, e fomos arguidos e questionados pela professora excelente MARICELIA
PADILHA, a dizer quando, e como avaliamos nossos alunos. As respostas dos
grupos, não se divergiram, achamos isso fantástico. Chegamos ao entendimento
que; pensar em avaliação como elemento do processo de ensino e aprendizagem é
condição básica para o professor acompanhar, de fato, cada criança, cada grupo.
Portanto aprendemos que avaliação é um processo contínuo, ao longo de todo o
processo. Enfim entendemos que o pacto veio ao encontro aos nossos anseios, e
deixando claro que a escola tem que colaborar
para que os alunos desenvolvam em situações diversas, uma postura favorável
para expressar-se em público.
PALAVRAS
CHAVE: AÇÃO, REFLEXÃO, ALFABETIZAÇÃO.
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