Este blog tem como objetivo postar as atividades do Programa Nacional pela Alfabetização na Idade Certa realizadas pela Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
A fala do Professor: Existe diferença entre aprovação automática e progr...
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EXPERIENCIA VIVENCIADA E
PROPORCIONADA PELO PNAIC EM SALA DE SALA.
Nome: Benedita Rita Costa Nunes
Orientadora: Maricelia Padilha
Após a conclusão do curso de magistério, iniciei minha vida profissional na
instituição para crianças com deficiência, Mundo Encantado, nela atuei por nove
anos, a próxima foi a Clínica e Escola Fisiomed, hoje só existe a clinica.
No momento estou atuando na área da Educação na Escola Antônia Tita
Maciel de Campos, com a turma do 2º Ano do primeiro ciclo do ensino
fundamental. No início do ano fui convidada para participar do curso Pacto
Nacional pela Alfabetização na Idade Certa que teria duração dois anos
consecutivo. Fiquei preocupada e ansiosa, devido não ter informações referentes
essa formação continuada.
No primeiro encontro tivemos uma aula inaugural onde foi explanado como
seria a programação do curso de alfabetização.
Percebi a importância do curso na contribuição para melhoria do processo
de alfabetização, possibilitando e proporcionando maior interação e
conhecimentos.
No decorrer do desenvolvimento do curso, foram aplicadas várias
atividades que contribuíram para alfabetização dos alunos, dentre algumas, sugeridas
pela orientadora Maricelia, que analisou o diagnostico da turma e sugeriu
atividades diferenciadas voltadas para o lúdico, após registro das atividades
propostas.
Foi uma grande experiênciapara mim,
porque a turma se encontrava no Nível silábico com e sem valor sonoro, pré
silábico I e II e tive que voltar com as atividades, apesar disso, a grande
preocupação era como trabalhar com estes alunos, para ter um avanço na
aprendizagem.
Durante o período de aplicação das atividades com o acompanhamento da
orientadora do Pnaic e as atividades diferenciadas, pude perceber o quanto os
alunos haviam avançado, o quanto alguns ainda precisavam de muita intervenção. Através
desse trabalho adquiri práticas e experiência que me ajudaram a desenvolver as
atividades proposta no período.
Durante o curso foram desenvolvidas várias outras atividades
que me auxiliaramem sala de aula, dentre elas à sequência didática, que desenvolvi
com facilidade, após receber orientação no curso.
Com base nas experiências vivenciadas na prática educativa, no
embasamento teórico, no uso da organização e acompanhamento do processo de
alfabetização, fez me lembrar de Val que nos revela que para entendermos cada
fase da alfabetização, precisamos primeiramente definir o conceito do mesmo que
conforme:
“Processo específico e
indispensável de apropriação do sistema da escrita, a conquista dos princípios
alfabético e ortográfico que possibilitem ao aluno ler e escrever com
autonomia” (VAL, 2006, p. 19).
“A alfabetização diz respeito à
compreensão e ao domínio do chamado código escrito, que se organiza em torno de
relações entre a pauta sonora da fala e as letras (e outras convenções) usadas
para representá-la, a pauta, na escrita” (VAL, 2006, p. 19).
Após internalizar o conceito de alfabetização estudamos cada fase da escrita
no processo de alfabetização. Passei a perceber que os alunos que participaram de
brincadeiras obtiveram varias mudanças no seu desenvolvimento.
Procuro sempre trabalhar com a utilização do lúdico como ferramenta para
a construção do saber em todas as áreas do conhecimento.
Utilizando e otimizando o uso dos espaços da escola, bem como a
implantação de recursos didáticos pedagógicos tais como vídeos, textos variados,
visitas etc. sejam elas colocadas em âmbito extraclasse, em casa ou
desenvolvidas coletivamente.
De acordo com o autor citado acima, acredito que a alfabetização como domínio
da escrita possui grande importância no desenvolvimento da criança, este
aprendizado, inerente ao ser humano, é parte do sucesso na vida do educando
possibilitando de forma critica responsável, eficaz, inteligente torná-lo
sujeito de sua própria história.
REFLEXÕES
SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA, CONFORME ORIENTAÇÕES DO PNAIC
Ednilsa Alves
Mezza de Arruda
Professora
Alfabetizadora Na Escola Municipal de Educação Básica “Antônio Ferreira Valentim,
(Cuiabá-MT) e Ione Alves Mezza (Cuiabá/MT)
Refletir a prática é a base de todo o
processo de formação. O Pnaic proporcionou com facilidade e clareza essa
reflexão a respeito da prática, como planejar?
Como realizar a avaliação? O resultado? A proposta do PNAIC, apresentada
e discutida se aproxima ou se distancia do que realizamos em sala? Os estudos
propostos pelo PNAIC, abriu um leque de opções
inovadoras, com resultados surpreendentes, por meio de uma didática contemporânea, e metodologias
diversificadas no sistema de escrita
alfabética. Os recursos proporcionados pelo PNAIC, inspiram uma
aprendizagem contextualizada, interdisciplinar agradável. Isso está fazendo com
que os professores cursistas, priorizam a capacidade da criação e reflexão do
aluno, com atividades simples e de fácil assimilação em que a criança aprende
brincando com atividades gramaticais e ortográficas estimulantes a partir de gêneros textuais diversos como a música, poesia , parlenda, jogos etc. Tanto
o aluno como o professor sentem a vontade consultando obras mencionadas ou experimentando diferentes tipos de
atividades sugeridas .Tanto o aluno, como o professor se veem envolvidos
em atividades de fazer, criar ,
de opinar de resolver, e não de repetir modelos. O PNAIC instigou o professor a
encarar a sala de aula, como oficina, provando que é uma comparação que
demonstra o que deve acontecer nas aulas, lembrando que o fazer criativo é
altamente educativo. Outro aspecto importante a ser potencializado pelo PNAIC,
nesse momento, foi fazer com que os professores desenvolvessem melhor, a
capacidade de planejar coletivamente, e sugestionou os professores que criassem
o cantinho da leitura, com o objetivo de reunir textos diversificados relativo,
visando a formação de leitores competentes, além de fomentar a formação de
produtores de textos, articulando assim, as competências relativas a leitura e à escrita. Como
sabedores dos nossos deveres, a reflexão da nossa prática, é a palavra de ordem,
uns dos encontros do pacto frisou a importância do brinquedo no desenvolvimento
da criança. Ao brincar a criança lida com o mundo de forma criativa e
espontânea construindo um espaço diferenciado de expressão, das emoções, dos
desejos e dos conflitos e de trocas com o que a cerca. Em outro sábado,
aprendemos e discutimos a respeito das avaliações, o tempo foi curto para
tantos conceitos, e fomos arguidos e questionados pela professora excelente MARICELIA
PADILHA, a dizer quando, e como avaliamos nossos alunos. As respostas dos
grupos, não se divergiram, achamos isso fantástico. Chegamos ao entendimento
que; pensar em avaliação como elemento do processo de ensino e aprendizagem é
condição básica para o professor acompanhar, de fato, cada criança, cada grupo.
Portanto aprendemos que avaliação é um processo contínuo, ao longo de todo o
processo. Enfim entendemos que o pacto veio ao encontro aos nossos anseios, e
deixando claro que a escola tem que colaborar
para que os alunos desenvolvam em situações diversas, uma postura favorável
para expressar-se em público.
PALAVRAS
CHAVE: AÇÃO, REFLEXÃO, ALFABETIZAÇÃO.
O Menino Que Aprendeu a Ver
http://www.youtube.com/v/OqoE4-nFyCc?version=3&autohide=1&autohide=1&feature=share&showinfo=1&autoplay=1&attribution_tag=NJwdj6zHXoHgLT0M8U9IZQ
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Rotina Semanal da Professora Alfabetizadora Elida da EMEB Maria da Glória
ROTINA SEMANAL
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2ª Feira
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3ª Feira
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4ª Feira
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5ª Feira
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6ª Feira
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Hora atividade
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Acolhida
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Acolhida
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Acolhida
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Acolhida
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Hora atividade
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Historinha do
projeto Ler é viajar
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Historinha e roda
de conversa sobre as atividades do dia
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Historinha e roda
de conversa sobre as atividades do dia
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Hora atividade
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Linguagem
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Linguagem
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Linguagem
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Informática (metade
da turma fica na aula de literatura)
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Hora atividade
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Lanche
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Lanche
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Lanche
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Lanche
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Hora atividade
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Recreio
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Recreio
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Recreio
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Recreio
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Hora atividade
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Matemática
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Ciências
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Matemática
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Historia e
Geografia
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa
Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa foi lançado pelo Governo Federal no final
do ano passado, tendo como meta assegurar que todas as crianças estejam
alfabetizadas até os 8 anos de idade, ao final do 3º. ano do Ensino
Fundamental. Clique nos links abaixo para saber mais sobre as
diretrizes do programa:

Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa foi lançado pelo Governo Federal no final
do ano passado, tendo como meta assegurar que todas as crianças estejam
alfabetizadas até os 8 anos de idade, ao final do 3º. ano do Ensino
Fundamental. Clique nos links abaixo para saber mais sobre as
diretrizes do programa:

Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa foi lançado pelo Governo Federal no final
do ano passado, tendo como meta assegurar que todas as crianças estejam
alfabetizadas até os 8 anos de idade, ao final do 3º. ano do Ensino
Fundamental. Clique nos links abaixo para saber mais sobre as
diretrizes do programa:

Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa foi lançado pelo Governo Federal no final
do ano passado, tendo como meta assegurar que todas as crianças estejam
alfabetizadas até os 8 anos de idade, ao final do 3º. ano do Ensino
Fundamental. Clique nos links abaixo para saber mais sobre as
diretrizes do programa:

Para saber e entender mais sobre o pacto nacional pela alfabetização na idade certa podemos acessar o link: http://pacto.mec.gov.br/
Nele encontramos os documentos sobre o pacto, os cadernos de formação, informações atualizadas e você ainda pode acompanhar sua bolsa.
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Manoel de Barros – Poemas Originais Selecionados
Manoel por Manoel
Eu tenho um ermo enorme dentro do olho. Por motivo do ermo não fui um
menino peralta. Agora tenho saudade do que não fui. Acho que o que faço agora é
o que não pude fazer na infância. Faço outro tipo de peraltagem. Quando eu era
criança eu deveria pular muro do vizinho para catar goiaba. Mas não havia
vizinho. Em vez de peraltagem eu fazia solidão. Brincava de fingir que pedra
era lagarto. Que lata era navio. Que sabugo era um serzinho mal resolvido e
igual a um filhote de gafanhoto.
Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação.
Porque se a gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão: de um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um pássaro e sua árvore. Então eu trago das minhas raízes crianceiras a visão comungante e oblíqua das coisas. Eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que essa visão oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com ela. Era o menino e os bichinhos. Era o menino e o sol. O menino e o rio. Era o menino e as árvores.
Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação.
Porque se a gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão: de um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um pássaro e sua árvore. Então eu trago das minhas raízes crianceiras a visão comungante e oblíqua das coisas. Eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina. É um paradoxo que ajuda a poesia e que eu falo sem pudor. Eu tenho que essa visão oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde havia transfusão da natureza e comunhão com ela. Era o menino e os bichinhos. Era o menino e o sol. O menino e o rio. Era o menino e as árvores.
PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA - Apresentação
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um acordo formal assumido pelo Governo Federal, estados, municípios e entidades para firmar o compromisso de alfabetizar crianças até, no máximo, 8 anos de idade, ao final do ciclo de alfabetização. Na história do Brasil, temos vivenciado a dura realidade de identificar que muitas crianças tem concluído sua escolarização sem estarem plenamente alfabetizadas.
Assim, este Pacto surge como uma luta para garantir o direito de alfabetização plena a meninas e meninos, até o 3º ano do ciclo de alfabetização. Busca-se, para tal, contribuir para o aperfeiçoamento da formação dos professores alfabetizadores. Este Pacto é constituído por um conjunto integrado de ações, materiais e referências curriculares e pedagógicas a serem disponibilizados pelo MEC, tendo como eixo principal a formação continuada de professores alfabetizadores.
As Ações do Pacto apoiam-se em quatro eixos de atuação:
1. formação continuada presencial para os professores alfabetizadores e seus orientadores de estudo;
2. materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais;
3. avaliações sistemáticas;
4. gestão, controle social e mobilização.
Dentre as ações do Pacto apresentadas acima, este documento terá como foco discutir de forma aprofundada a formação continuada dos professores alfabetizadores e seus orientadores de estudo. Assim, na primeira parte, vamos tratar do ciclo de alfabetização, com sugestões e reflexões sobre a sua organização e, posteriormente, serão discutidos aspectos relativos ao projeto de formação continuada.
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